Sabe quando bate aquela vontade de escrever? Pois é.
Aí, você pode pensar: “Natural para alguém que é redator, né?”. Pode até ser. Hoje, mais precisamente depois do almoço, seria capaz de escrever um livro. Não, não é exagero. Pode ser que passe. Aliás, até agora a pouco estava morrendo de sono. Já agora, sob um ar condicionado gelado e um capuz preto, as palavras inundam minha mente. Peraí, falei algo sobre sono? (mais…)
“Ostras são moluscos, animais sem esqueleto, macias, que são as delícias dos gastrônomos. Podem ser comidas cruas, com pingos de limão, com arroz, paellas, sopas. Sem defesas – são animais mansos – seriam uma presa fácil dos predadores. (mais…)
Texto na faculdade, relatório para o chefe, cartinha de amor, blog pessoal. Não dá para fugir da escrita, mas dá para melhorá-la cada vez mais.
Para isso, é legal adotar alguns hábitos na hora de escrever. Seguem alguns que aprendi e me ajudam bastante, talvez possam ajudar vocês também! (mais…)
Olá, pessoas…Na semana passada me atrevi a escrever sobre o Poder da Palavra. Hoje, escreverei sobre minhas reflexões a respeito do poder do silêncio.
Não sei se poderia dizer que ambos causam o mesmo impacto sobre as pessoas, porém, uma palavra bem dita e um silêncio bem colocado têm muito em comum. Um silêncio que cala é por vezes pior que uma voz que grita, que clama. Que RECLAMA.
Reclamando, exigindo, sugerindo, podemos mudar o rumo de uma história. Agora, frente a um silêncio que berra, não temos muito a fazer… afinal, segundo a sabedoria popular, quem cala consente, não é mesmo?
O silêncio do outro em um primeiro encontro amoroso… o silêncio desconcertante frente ao namorado no dia em que você quer terminar.
O silêncio de uma sala onde está o telefone por meio do qual se espera o resultado de uma entrevista de emprego… o silêncio após um pedido de perdão.
Acredito que a maioria das pessoas já se viu em uma situação de discussão em que o interlocutor simplesmente se cala… o impulso que nos toma é o de dar uma sacudida no outro, aos berros : “Fala alguma coisa, reage, não fica me olhando estático, mudo…”. E quanto é imenso o incômodo causado pela ausência de um e-mail esperado, de uma ligação em que o outro lado da linha se cala… ser ignorado é “tão muito mais horrível” que uma resposta mal dada… pelo menos no meu ponto de vista.
Como é terrível a sensação de falar para o nada… o poder da palavra parece sumir frente à potência do silêncio. Dar bom-dia e não ter resposta já incomoda, imagine discutir sem a reação do outro…
Que alcancemos todos o meio-termo. E que saibamos assim, usar os poderes das palavras ditas, bem como das ausentes….
“Se você não consegue entender o meu silêncio, de nada adiantarão as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos.”
A partir de hoje, colaborarei com a manutenção do blog, e meus primeiros registros serão inspirados no nome da coluna. Por conseguinte, falarei sobre “o poder da palavra”.
Se há algo acessível a qualquer homem, independente de credo, raça ou gênero, é a PALAVRA, seja essa escrita, falada ou representada por gestos – como as libras – ou pontos em alto relevo, como o braile.
Por estar ao alcance de todos, a palavra tem o poder de anunciar desde um nascimento até o início de uma guerra, tamanha é a sua onipotência. E onipresença, uma vez que a mesma pode estar em todos os lugares, ainda que não esteja grafada. A palavra, por meio de um gesto, de um olhar, pode estar representada, e dessa maneira, reprovar, aprovar ou reproduzir a opinião de alguém.
As palavras têm a capacidade atingir mais que um toque, de nos agredir e nos deixar mais indefesos que uma surra. Elas têm o poder de fazer com que as pessoas reflitam sobre seus atos com mais ênfase que se a pessoa fosse agredida fisicamente. Palavras nos deixam sem ação, e tocam nossa mente e alma, ao mesmo tempo em que nos trazem uma felicidade ilusória, uma alegria sem tamanho e descontrolada, como ao lermos uma carta esperada há tempos, um recado, um bilhete… ainda que o papel – ou nos dias de hoje, o computador – aceite tudo, e o conteúdo possa não ser mais que uma grande falácia.
As palavras nos encantam, nos convencem… vendemos e compramos, nos apaixonamos e desencantamos. É através delas que escrevemos e registramos nossa história, nos situando na linha dos séculos, e assim prosseguimos, com o objetivo de eternizar-nos e a nossos feitos, no tempo e no espaço.
“Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução.”