Categoria: E a sua qual é?

Ludmilla com a equipe da G30, Adriana (produtora de moda) e Carlão (fotógrafo)

Desvendar mitos: a garota-propaganda do Amigão não é filha do dono

  • 09/05/2011
  • Rafaela Lima | Criação
Ludmilla, a garota propaganda do Amigão

Ludmilla, a garota propaganda do Amigão

Os que juravam que Ludmilla Rangel, a garota-propaganda do Amigão, era filha do dono se enganaram. A jovem, que hoje tem 24 anos, começou sua carreira bem cedo, aos 2 anos, com a campanha de vacinação infantil Zé Gotinha para o Ministério da Saúde.

Aos 12 anos, ela foi selecionada entre várias garotas para estrelar uma campanha publicitária do Amigão com outros atores. Resultado: eles gostaram tanto do seu trabalho que o terceiro comercial já foi produzido só com ela.

 

É verdade que Ludmilla ganhou fama como a “garota” do Amigão, mas foi graças ao seu talento e à identificação da “personagem” com o público. Aliás, ela é muito mais do que uma simples garota-propaganda: Ludmilla fala pela marca e a representa até hoje com credibilidade, assessorada pela G30 e por profissionais de peso, como o fotógrafo Carlão, que estão sempre acompanhando seus passos nas produções e cuidando bem da sua imagem.

Ludmilla com a equipe da G30, Adriana (produtora de moda) e Carlão (fotógrafo)

Anjos

Parafrasear

  • 01/04/2011
  • Rafaela Lima | Criação

Sempre gostei de inventar novas letras para tudo. Aliás, isso deve ser uma mania de todos os redatores, ou pelo menos, da maioria. Afinal, a gente sempre acha que pode fazer melhor do que o outro, não é verdade?

Em 2005, minha primeira experiência em agência e um e-mail que circulava com a “Oração dos Bêbados” me inspiraram a criar uma versão do Pai-Nosso para Publicitários. Logo em seguida, fiz outra exclusiva para redatores.

Se até os bêbados têm direito à oração, por que os publicitários não teriam? A gente merece mais do que uma oração: merece uma área VIP no céu.

Que Deus me perdoe, mas até hoje, quando vou à missa, tomo cuidado para não rezar essa oração no lugar no Pai-Nosso original.

Anjos

Imagem: Shutterstock

Pai-Nosso dos Publicitários

Pai-Nosso que estais na mídia.

Santificada seja vossa marca.

Venha a nós o vosso público.

Seja feita a nossa arte.

Assim na criação como na produção.

A inspiração nossa de cada dia nos dai hoje.

Perdoai as nossas mentiras.

Assim como nós perdoamos aos nossos concorrentes.

E não nos deixeis desistir da profissão.

Mas livrai-nos dos baixos salários.

Amém.

Pai-Nosso dos Redatores

Pai-Nosso que estais nas escritura.

Santificadas sejam as vossas palavras.

Venha a nós o vosso discurso.

Seja aceito o nosso texto.

Assim na criação como na apresentação.

O conceito nosso de cada dia nos dai hoje.

Perdoai as nossas frases feitas.

Assim como nós perdoamos a quem nos tem copiado.

E não nos deixeis sem inspiração.

Mas livrai-nos dos erros de português.

Amém.

rafa-rafaela

O lado fotógrafo do publicitário

  • 18/03/2011
  • Rafaela Lima | Criação

É verdade que para toda regra existe uma exceção, mas todo mundo já deve ter observado que a maioria dos publicitários se revela apaixonada por fotografia.

Parece que essa “queda” está completamente relacionada ao fato de que a função do publicitário é encantar, seduzir o público com apenas um olhar. E não é só a propaganda que tem esse poder, a fotografia também tem. Aliás, é ela que proporciona um toque especial ao nosso layout de cada dia. Não é à toa que temos tantas restrições a banco de imagem: produzir uma foto é conquistar a liberdade de criar, de ir além da imaginação alheia. Buscamos sempre algo inédito e esta é uma característica em comum com os fotógrafos.

Publicitário adora mostrar que é diferente (quem nunca ouviu isso?), tem sempre a necessidade de surpreender com algo novo. E com a fotografia, podemos revelar nossa visão do mundo. Ela nos proporciona tanta liberdade, que centenas de pessoas podem fotografar a mesma cena, mas cada foto terá uma representação diferente. Os mais variados ângulos e enquadramentos aliados à criatividade de cada um possibilitam layouts completamente distintos.

A verdade é que, independente de sermos publicitários, somos seres humanos em busca da felicidade e fotografar também é a arte de eternizar momentos únicos, congelar lugares para jamais serem esquecidos, gravar para sempre acontecimentos que talvez nunca mais se repetirão, poder “rever” pessoas queridas que ficaram do outro lado do continente. É mais do que um passatempo, é ter história pra contar, transformar o AGORA em ETERNO.

Foto de Gabriel Brito, gerente de estúdio

Foto de Denilson Gambito, diretor de arte

 

Foto de Rafaela Lima, redatora publicitária

papai-noel

Desvendar mitos | Papai Noel não é criação da Coca-Cola.

  • 16/12/2010
  • Rafaela Lima | Criação

Diferente do que a maioria dos publicitários acredita (e eu também acreditava), Papai Noel não é uma invenção da Coca-Cola.

O personagem foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.

Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que lançou o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, escrito para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.

Papai Noel até então era representado com roupas de inverno, porém na cor verde. O que ocorre é que, em 1931, a Coca-Cola realizou uma grande campanha publicitária, vestindo-o do mesmo modo representado pelo cartunista alemão Thomas Nast em 1886, com as cores vermelha e branca, o que foi bastante conveniente, já que estas são as cores de seu rótulo. A campanha, destinada a promover o consumo de Coca-Cola no inverno (período em que as vendas da bebida eram baixas na época), fez um enorme sucesso e a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Portanto, a Coca-Cola contribuiu para difundir e padronizar a imagem atual, mas não é responsável por tê-la criado.

Novelas

Novelas

  • 13/10/2010
  • Rafaela Lima | Criação

Desde criança, sou apaixonada por novelas. E, curiosamente, foi um intervalo de novela que despertou meu interesse pela propaganda, enquanto brincava com uma amiga de dar nota aos comerciais, em 1991.

Novelas encantam, divertem, mostram o cotidiano, nos levam a lugares inesquecíveis (e, muitas vezes, inacessíveis): tudo o que as pessoas esperam depois de um longo dia de trabalho. Nada melhor do que desligar o botão dos problemas e mergulhar em um universo onde as pessoas andam o tempo todo lindas, bem-arrumadas e maquiadas (inclusive o núcleo pobre); nunca trancam a porta (tudo parece mais seguro); enfim, um mundo onde tudo é possível e fascinante.

Por outro lado, novelas também informam, quebram tabus, narram uma parte da realidade muitas vezes pouco explorada, quase desconhecida. A autora Glória Perez é o maior exemplo de abordagem de assuntos polêmicos, como barriga de aluguel (Barriga de Aluguel); transplante de coração (De Corpo e Alma); crianças desaparecidas (Explode Coração); clonagem humana e dependência química (O Clone); deficiência física e emigração ilegal (América); e culturas orientais (O Clone e Caminho das Índias).

Sem falar que novelas também ditam modas e marcam épocas, através de figurinos, acessórios, jargões etc. Lançam a trilha sonora da nossa vida. A novela Dancing’ Days, por exemplo, motivou a abertura de discotecas que se tornaram palco para o público balançar ao som das músicas ouvidas na novela. Milhares de roupas de personagens e acessórios também viraram febre em outras histórias e épocas. Quem não se lembra da pulseira da Jade? E dos jargões como “Cada mergulho é um flash”, “Copiou, Farinha?” e “Não é brinquedo, não!”, criados para caracterizar um personagem e que acabaram entrando para o vocabulário dos brasileiros?

As novelas também vendem. O merchandising está cada dia mais presente nas tramas. Através dele, as empresas conseguem vincular sua marca aos personagens de uma maneira bem eficiente, dependendo da criatividade do autor. Sílvio de Abreu foi o que mais me surpreendeu. Em Passione, o merchandising é inserido de forma natural no decorrer da trama. Por exemplo, a Metalúrgica Gouveia fez parceria com a Houston (empresa real) para lançar a Skinnny Top, uma bicicleta também real; e a personagem Melina desenhou a coleção Skinnny Fashion, lançada pela C&A. Isso, sim, eu considero uma estratégia, além de vendedora, inteligente.

A grande novidade no mundo das novelas é a interação do público com a trama e seus personagens, graças aos avanços na comunicação. No Twitter, personagens mandam mensagens como se fossem pessoas reais. Na novela Viver a Vida, antecessora de Passione, a personagem Luciana, que era tetraplégica, criou um blog através do qual “trocava experiências” com internautas.

Já dizia minha ex-professora de literatura: “novela também é cultura”. Não podemos negar que é muito mais que diversão. Novela não é cultura inútil. Ao contrário, podemos aprender muito com elas e tirar lições para a vida inteira.

Coleção de chaveiros

Coleções

  • 27/09/2010
  • Gabrielle Baeta | Criação

Nosso blog, sempre cheio de novidades, conta agora com mais uma coluna para nos divertir e até mesmo para nos conhecer melhor!

Convivemos diariamente com várias pessoas das quais muitas vezes só sabemos o nome ou nem isso.

O ser humano é muito mais que um rótulo, mais que um nome, mais que uma imagem e temos muito a conhecer sobre ele.

Todos nós temos manias, hobbies e histórias que constroem nosso verdadeiro ser, nossa individualidade.

Hoje vou falar de mim, afinal “qual é a minha”?

Dentre tantas manias e histórias encontrei uma das minhas prediletas: a mania de colecionar.

Desde criança admiro as coleções, mas como gostava de muitas coisas ao mesmo tempo, acabava colecionando tudo o que era possível. Já colecionei tatu-bolinha, selos, cartões telefônicos, “pedras preciosas”, adesivos, papel de carta, folha de fichário, revistas, moedas, porcelana, livros, poesias e pensamentos nos meus queridos diários.

Minha paixão por coleções começou cedo, aos 2 anos, não passava um dia sem brincar com a coleção de chaveiros do vovô.

E a coleção de corujas da vovó? Essa eu só podia olhar, mas, até hoje, é uma das mais belas coleções que já vi e sem dúvida a que mais gosto.

Aos 13 herdei de meu tio a coleção de livros “Missão perigosa”, que me divertiram por muito tempo.

Pergunto a mim se essa paixão por coleções é hereditária…

Até hoje gosto muito de coleções e, é claro, tenho as minhas. Uma delas é de chaveiros, que comecei há 8 anos. Lembro de cada chaveiro, cada situação e da importância que estes pequenos objetos carregam. As coleções são assim, podem não trazer palavras, mas proporcionam um sentimento único aos seus donos e admiradores. Quem coleciona sempre quer mais, quer os melhores e os piores, quer o novo sem abrir mão do antigo, quer o belo sem abrir mão do feio. O colecionador é original e ao mesmo tempo conservador, o colecionador sabe o que tem, sabe o que quer e o mais importante, ele sempre tem uma boa história pra contar.

Coleção de chaveiros

trofeu

The Best Work of 2009

  • 05/01/2010
  • Ciro Guedes | Criação

 

A revista americana Creativity elaborou uma lista com as melhores peças/campanhas de 2009 pelo mundo afora. As categorias contempladas foram TV/vídeo, outdoor/print, design e digital. Anunciantes como Coca-cola, Hyundai, VB Beer, Mac Donalds, Durex, Philips, Nike, Burger King, Gatorade dentre outros figuram na lista.

Confira aqui todas as peças.