Categoria: Portão de Embarque

Grão Mogol e Presépio Mãos de Deus: eu fui!

  • 26/03/2012
  • Tadeu Campos | Gerência de Negócios

Em posts anteriores, contamos aqui sobre o Presépio Mãos de Deus – o maior presépio a céu aberto do mundo – inaugurado em dezembro de 2011, em Grão Mogol/MG. A cidade que faz parte da Região do Vale do Jequitinhonha, está à 560 Km de BH e à 140 Km de Montes Claros.

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Teotihuacán – México

  • 21/03/2011
  • Rafaela Lima | Criação

No dia 5 de fevereiro, enquanto o pessoal da G30 comemorava os 8 anos da agência, eu também fazia uma festa dentro de mim ao voltar a um lugar que é verdadeiramente mágico: Teotihuacán, no México, uma área arqueológica onde renovamos nossas energias. E acreditem: voltei renovada para comemorar muitos anos de G30!

Localizada a 40 km da Cidade do México, Teotihuacán, a “Cidade dos Deuses”, foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1987. Há muito mistério sobre os povos que construíram essa cidade incrível, fundada por volta do século II a.C e abandonada sem que se saiba exatamente porquê. Existem evidências arqueológicas de que tenha sido um local multi-étnico. O que se pode afirmar é que os Astecas, grandes astrólogos, foram a última civilização que viveu na cidade.

A Pirâmide do Sol é a maior do lugar, com 65 metros de altura e a segunda em tamanho de todo o México. Está orientada para o ponto exato onde o sol se põe. Os visitantes podem subir até o topo, onde encontrarão uma espécie de “pedra” para energização. Ao tocar neste ponto, supõe-se que eles renovam suas energias.

Pirâmide do Sol

Já a Pirâmide da Lua tem 45 metros e está parcialmente interditada.

Pirâmide da Lua, vista da Pirâmide do Sol

Curiosidade: só os nobres (guerreiros, sacerdotes etc) tinham acesso às pirâmides, que eram constituídas de uma base enorme e um templo localizado no topo.

Conheça mais sobre Teotihuacán: http://pt.wikipedia.org/wiki/Teotihuacan, e, se um dia for ao México, não deixe de incluir esse lugar no seu roteiro.

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Porto de Galinhas

  • 27/10/2010
  • Rafaela Lima | Criação

Uma visão poética de Porto de Galinhas

Chegar em Porto de Galinhas é descobrir o quanto Deus foi generoso com os brasileiros. Ficar nesse universo paradisíaco é dar um tempo para cuidar da alma. É respirar tranquilidade, sentir um mar de liberdade, mergulhar na alegria, viajar nas belezas mais divinas e ter a certeza de que a vida pode ser muito melhor. Porto de Galinhas é um passeio na vontade de querer ficar e nunca mais voltar. É navegar na imaginação que o mundo inteiro podia ser assim: perfeito.

Curiosidade sobre o nome Porto de Galinhas

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Porto de Galinhas é uma conhecida praia do nordeste brasileiro, localizada no município de Ipojuca, no estado de Pernambuco. Sua fama se deve, principalmente, às belezas naturais: piscinas de águas claras e mornas formadas entre corais, estuários, mangues, areia branca e coqueirais. Inicialmente, a praia era chamada de Porto Rico, e a madeira de Pau Brasil era o principal produto comercializado. No auge da escravidão no Brasil, este porto era o principal ponto de comércio de escravos ilegais no nordeste brasileiro, muitas vezes os mesmos chegavam escondidos embaixo de engradados de galinhas d’angola. A chegada dos escravos ilegais ao porto costumava ser anunciada pela frase “tem galinha nova no porto!”. Desta forma, a praia de Porto Rico ficou conhecida como Porto das “Galinhas”.

Santa Bárbara

Santa Bárbara, eu recomendo.

  • 07/10/2010
  • Tadeu Campos | Gerência de Negócios

Final de semana passado viajei a negócios para Santa Bárbara, uma das belas cidades do circuito histórico de Minas. Não conhecia a cidade e antes de viajar, ouvi uma frase do nosso cliente santa-barbarense: “Tadeu, só conhecendo Santa Bárbara para ser uma pessoa plenamente feliz”.

O tempo que permaneci no município foi curto, mas o suficiente para comprovar a consistência da passagem acima. Fica a dica para quem quer conhecer Santa Bárbara, localizada em uma região com vários atrativos: Memorial Affonso Penna, Casa do Mel, Matriz de Santo Antônio, Caraça, Catas Altas, Ouro Preto, Mariana. Aproveito para dar uma dica de hospedagem: Hotel Quadrado, um casarão do século passado, que fica no centro histórico da cidade e que recentemente passou por um belo projeto de restauração.

A foto acima foi tirada de umas das suítes do Hotel. Convenhamos, não é todo dia que a gente acorda com uma vista dessa.

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Porto Alegre

  • 15/09/2010
  • Ana Paula Coelho | Gerência de Projetos

Portão de Embarque é mais uma das novidades do blog da G30. Aqui todos vão poder contar um pouco de algum lugar que visitaram, o que acharam, dicas de onde ficar, o que fazer. Hoje estreio o meu falando da bela capital gaúcha.

Certa vez alguém me disse que eu era uma “mineirucha”: mistura de mineira com gaúcha. Não é lá muito mentira. Já gostava dos gaúchos antes de conhecer o Rio Grande do Sul, e, depois que estive lá, me apaixonei de verdade. Minha primeira viagem para lá foi em 2004, a trabalho, fiquei 15 dias, entre São Gabriel e Santa Maria. Essas cidades ficam mais ao sul, São Gabriel é pequena e aconchegante, Santa Maria tem ares de cidade grande. Mas como fui a trabalho, não tive muito oportunidade de passear por lá.

Já Porto Alegre, assunto desse primeiro Portão de Embarque, fui duas vezes a passeio. A primeira em 2008, fiquei três dias, um final-de-semana apenas, em julho, alto inverno, e foi delicioso. A segunda vez, de férias, fiquei 8 dias e em pleno verão, início de fevereiro de 2010. Fui pro show do Metallica, que aconteceu em 27 de janeiro.

E essas duas são as primeiras dicas sobre Porto Alegre: Se gosta de shows internacionais, fique ligado, as grandes atrações que normalmente vão para Rio e São Paulo costumam passar por Porto Alegre. Programe sua viagem pensando que você ainda pode aproveitar um desses shows.

A segunda dica é: Se você gosta de frio, vá no inverno. Se não gosta de calor, não vá no verão. Tenho amigos lá que, antes de eu ir nessas férias, me diziam que lá era quente no verão. Eu pensava: “quente de gaúcho é 25 graus.” Ledo engano. Peguei média de 38 graus, com picos de 42 e sensação térmica maior ainda, por causa da umidade do Guaíba.

O que leva a terceira dica sobre “PoA”: passeie na orla do Guaíba, de preferência, ao pôr-do-sol. No inverno ele se põe por volta das 6 horas, e no verão, pasmem, por volta de 8 e meia da noite. O Guaíba não é um Rio, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, mas um lago enorme, navegável, que banha a maior parte da cidade. E o pôr-do-sol de lá é, de longe, o mais lindo que já vi na minha vida. A foto abaixo não me deixa mentir, é uma das mais de cem que tirei.

A cidade é na maior parte plana, então dá para andar bastante a pé. Para passear de dia tem vários museus, vá até a praça da Alfândega, lá tem dois: Memorial do Rio Grande do Sul e MARGS, o Museu de Artes do Rio Grande do Sul. Aproveite para almoçar no bistrô que fica abaixo do MARGS, delicioso e preços bem convidativos. Ande uns dois quarteirões em direção à rua dos Andradas e ache o Museu da Comunicação e a Casa Mário Quintana, que tem um cinema que passa filmes fora do circuito comercial.

Para comer um legítimo churrasco gaúcho passeie pelo parque Maurício Sirotsky Sobrinho, ou como é conhecido pelos porto-alegrenses, Parque da Harmonia. Tem uma churrascaria chamada Galpão Crioulo, que além da atração fantástica da gastronomia local ainda oferece shows de danças típicas gaúchas.

Sábados ou domingos é dia de passear pelo Parque da Redenção, que tem uma feira de antiguidades e artesanato, conhecido como Brique da Redenção. Leve uma canga, jogue pela grama e fique “lagartiando” e tomando chimarrão. Faça cara de gaúcho nessa hora!

Atrações noturnas são muitas: Existe um bairro boêmio, a Cidade Baixa, onde há um bar ao lado do outro, casas de shows, restaurantes, pubs e uma infinidade de pessoas legais. A beleza da população gaúcha é uma atração à parte.

Se ainda estiver de pé no outro dia, faça programas de turista: passeie de barco pelo Guaíba e de ônibus de dois andares (iguais aqueles de Londres) pela cidade. É barato e rende ótimas fotos. Se gostar de futebol não deixe de conhecer os estádios dos times super-rivais: Beira Rio, do Internacional, e Olímpico, do Grêmio.

Já deu pra entender porque sou apaixonada por Porto Alegre, não deu?