A classe C em primeiro plano.
O poder de aquisição da classe C subiu. E agora o que fazer?
É o que boa parte das empresas estão se perguntando. Um segmento atrativo e com hábitos próprios está se desenvolvendo. E as pesquisas ainda estão tentando delinear alguns pontos no comportamento desse público.
Impossível de ser generalizada com uma margem mínima de acerto, a classe C, além de muito heterogênea, é amplamente diferente das outras classes. Há diferentes perfis dentro deste grupo, como o mais CONSUMISTA, se endivida com freqüência e vê esse consumo como um modo de inserção na sociedade. E, de outro lado, o perfil PLANEJADOR, que investe em educação e organiza as finanças de modo a poupar e comprar à vista quando possível. São exigentes, geralmente não querem sofisticação mas se importam muito com a qualidade, constantemente suscetíveis ao apelo das lideres de mercado e preocupadas com o bem-estar da família.
Assim, com o pouco que se sabe, agindo muito mais com base em achismos, muitas empresas estão se movimentando para aproveitar este consumo ascendente. E as agências, por sua vez, se preparando para lidar com uma comunicação voltada especificamente para este público que ganha cada vez mais importância e espaço no mercado.
(Conceitos da revista EXAME, 8 de abril de 09)