O Novas Direções volta com tudo nesse início de 2012. Além dos nossos colegas que vão nos trazer assuntos super legais temos um convidado externo: Diego, do grupo 1 a 1, vem falar um pouco sobre marketing de relacionamento. Acompanhem com a gente, na semana que vem, todos os dias a partir de 13:20 no @g30nd. Nos vemos por lá! (mais…)
Parece que foi ontem, mas há quase 60 dias eu iniciava o #estagioG30. O processo seletivo foi tão marcante e repercutiu tanto, que de lá pra cá muita coisa mudou. Inclusive o meu nome.
O conhecimento adquirido durante esse tempo tem sido bem valioso. Tenho aprendido bastante com a turma da agência, com os clientes, com as urgências, e, principalmente, com as situações vivenciadas no dia-a-dia. Tamanho aprendizado tem me proporcionado mais segurança e liberdade para desenvolver trabalhos cada vez melhores.
O bacana disso tudo é que os reflexos dessa experiência vão além do ambiente de cá: um olhar mais crítico em relação ao que circula por aí tem ficado cada vez mais apurado e os trabalhos da faculdade tem ganhado outra dimensão. Tenho uma teoria para isso: fazer o que gosta e especializar-se cada vez mais naquela área são excelentes passos para o sucesso, tanto profissional quanto pessoal.
Por fim, tenho a plena convicção de que esse passo já foi dado. Ou melhor, a caminhada apenas começou. Hoje, mais do que nunca, estou certo de que por mais que eu aprenda, serei um eterno aprendiz.
Ser consciente da busca infinita pelo conhecimento. Às vezes podemos pensar que sabemos de tudo, simplesmente um mero engano. Ser aprendiz é ser um “buscador”, ser humilde e saber que a cada dia teremos mais e mais chances de aprender coisas novas. Nunca perder qualquer oportunidade de aprender um pouco mais. E o maior desafio de ser um aprendiz é colocar em prática todo o conhecimento adquirido.
A 4a edição Novas Direções começa com uma reflexão do trabalho em equipe. Nada melhor do que começar o ano com um assunto que requer respeito, interação e conexão entre os profissionais de uma empresa. O momento dessa segunda-feira foi pautado numa analogia feita entre a vivência e rotina de um bailarino com a de um publicitário.
Eu, como uma bailarina, resolvi dividir um pouco da minha experiência e mostrar aos meus colegas que a vida e os princípios de um bailarino são muito parecidos, ou pelo menos deveriam ser, a de um publicitário.
10 pontos essenciais da rotina de um bailarino foram listadas e exemplificadas, como:
Respeito / Disciplina / Habilidade / Treinamento / Equilíbrio / Dedicação / Esforço / Confiança / Situações Inesperadas e finalmente a Apresentação, o momento mais esperado!
Por último lancei uma reflexão à todos os departamentos (Administrativo, financeiro, RH, criação, gerência de projetos, mídia, produção, diretorias e gerência de negócios) que também serve para você: Será que você trabalha em Grupo ou em Equipe? Você sabe a diferença entre um e outro?
“Grupo são todas as pessoas que vão ao teatro para assistir ao mesmo espetáculo. Elas não se conhecem, não interagem entre si, mas o objetivo é o mesmo: assistir ao espetáculo. Já equipe pode ser o elenco: todos trabalham juntos para atingir uma meta específica, que é fazer um bom trabalho, um excelente show”.
No curso dos tempos modernos, de vez em quando a história revela-se inflexível e definidora de caminhos. Tudo o que parecia estabelecido, quieto em sua calma, de repente, pode revelar-se instável, abalado e fora do lugar. Em alguns casos, o acontecimento assinala nitidamente o término de um processo, e o início do desconhecido, podendo ser não só surpreendente, mas ser também questionador. É provável que tenha sido assim: com Colombo dando a notícia de que chegara ao outro lado do mundo. Com a queda da Bastilha, os bolchevistas, os aviões nas Torres Irmãs. Atores diversos, cenas profundamente carregadas de significados e de emoções, que impuseram novos caminhos, novas formas de se pensar e de ocupar o mundo.
Num dos tratados de Freud, há uma alusão às feridas narcíseas da humanidade. A primeira delas ocorreu quando Copérnico provou que a Terra não era o centro do universo, mas a periferia apenas entre muitos corpos celestes que se movem no espaço cósmico. Depois, Darwin afirmou que o homem não foi criado à semelhança de Deus e era, simplesmente, uma das conseqüências do processo evolutivo das espécies. Por fim, o próprio Freud descobriu que nem somos senhores de nós mesmos, pois toda nossa racionalidade é identificada com o consciente, mas existe também o inconsciente, que não controlamos; se formos felizes ou infelizes, a responsabilidade é genuína e objetivamente nossa.
Tem me inquietado o significado do tempo em que vivemos. Tenho pensado muito na série de feridas que se abrem diariamente no indivíduo e no coletivo, dada a conectividade e efemeridade de nosso tempo, e, sem dúvida, isso motivou a catarse deste texto. Construímos para nós, pessoas e sociedades, uma série de novos valores toda vez que o mundo se agiganta um pouco mais a partir da expansão do conhecimento e da técnica humana.
Estamos cada vez mais plugados num esteio global e paradoxalmente mais sozinhos e acuados em nossas plataformas. Um sentimento hedônico desenfreado, prazer pelo prazer, sem escrutínio e sem lastro. Estamos cada vez mais desenvolvidos, antenados, conscientes sobre o significado de mundo e paradoxalmente mais abusados, mais indóceis e descompromissados com o nosso hábitat. Há uma Terra inteira banindo a vida em alto e bom som, estamos imunes em nossas cápsulas.
Estamos cada vez mais cientes da pequenez e fragilidade da vida, e paradoxalmente mais expostos, mais aventureiros, mais despreocupados com nosso conteúdo e com a casca que nos envolve. Temos toda a certeza sobre a importância da história, do tempo vivido, do acúmulo do conhecimento, da experiência sentida e continuamos celebrando um mundo somente de jovens, um mundo que se curva diante do novo em detrimento do que está posto.
Há de se compreender cada vez mais sobre a história e sobre o que consideramos em nossos dias como antigo para que possamos construir caminhos seguros. Olhem os rostos das pessoas de sua família, tentem ler neles a história dessas vidas, haverá uma compreensão inigualável de aprendizado. Siga assim, atento ao todo e a todos que já experimentaram mais da vida que você.
Assim como nosso amigo oculto, o texto será dividido em partes. Escolha a sua.
Prelúdio. Seja lá o que isso significa.
No dia 16 de dezembro, realizamos nossa confraternização aqui na G30. Última festa oficial do ano, comemorando muitas conquistas. E não era para menos. Foi um grande ano para a agência. E mesmo desse tamanho, passou rápido. Nossa celebração, no entanto, ainda que tenha durado apenas algumas horas, foi suficiente para ser inesquecível. Só não me lembro por que.
Tudo começou tradicionalmente igual: conversas baixas, aquecimento, ninguém descalço ou descendo na boquinha da garrafa. Mas com litrão, nem precisaríamos descer tanto. Só o nível das piadas. O Momento Gostosura Premium foi elevado à trigésima potência. Fomos então para a declaração dos provérbios para o amigo escolhido. (Aliás, achei justo escolher três amigos ocultos, que só não eram ocultos para o Tadeu, que fez bom uso do seu rabo de olho).
A sessão provérbios foi enriquecedora e mexeu conosco. Mexeu até com o Barão de Itararé, que se revirou na tumba. Falando em virada, há de se ressaltar a transformação da Isabella, que desfilou sua moda Verão Mais Do Que De Costume, com estilo e bom gosto, que lhe são inerentes. Mas seria injusto não destacar a beleza de todas as nossas flores, que nos encantaram até com seus espinhos, algumas com alfinetadas. Intervalo; comes, bebes e tomas um engov..
Segunda parte
Ta com preguiça de ler? Então me dá seu livro.
É um orgulho trabalhar com profissionais tão criativos. A escolha dos livros foi uma aula. Os livros serão outra, sem dúvida. E tome cerveja! No copo do Luís, para ser preciso. O que contribuiu bastante para ele se revelar. (revelar…revelação…entendeu a sacadinha, Luís? Não? Tudo bem, você é diretor de arte).
O Ciro, calado e observador, dava conta de tudo, como sempre. Nessa altura do campeonato, enquanto a Fátima continuava baixa, alguns ficavam altos. Outros, pra lá de Bagdá. E é mais ou menos por ali que eu estava também.
Terceira parte
Todo mundo ouvindo música. Meia dúzia ouvindo sinos.
Depois de cada um dedicar sua música ao terceiro amigo oculto, fomos pra pista dançar. Para assinar o espetáculo que foi a noite, Clarissa, Luciana, Ana, Letícia, Tadeu, Antônio, Irlan, Alysson, Luís e Juliano deram show, no melhor sentido da palavra. Enfim, tudo dentro do roteiro, mas como não poderia deixar de ser, muito longe do lugar comum. Acreditem.
Fim
E novo começo.
Aproveito para mandar um salve aos guerreiros que continuaram de pé até o último minuto. Agora é o ano que vai embora. E o texto se encerra, aproveitando a taça na mão, com um brinde antecipado a tudo que nos espera no próximo ano. Boas festas a todos, com muita saúde, comemorações e com a alegria e energia que vimos ontem presente em todos os dias. Aquele abraço.