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Escrita

Escrita: Pequenos hábitos fazem toda a diferença.

  • 10/08/2011
  • Ana Paula Maia | Criação

Texto na faculdade, relatório para o chefe, cartinha de amor, blog pessoal. Não dá para fugir da escrita, mas dá para melhorá-la cada vez mais.

Para isso, é legal adotar alguns hábitos na hora de escrever. Seguem alguns que aprendi e me ajudam bastante, talvez possam ajudar vocês também! (mais…)

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Nós e a informação

  • 15/04/2011
  • Ana Paula Coelho | Inteligência Digital

Acredito que nós estamos sentido na pele, a cada dia mais, o que significa viver na era da informação. Desde os anos 2000, com o início da popularização da internet no Brasil, temos uma disponibilidade infinita de informações. E claro, não conseguimos acompanhar tudo, o que gera sempre essa sensação de desconhecimento quando alguém te pergunta: “Nossa, mas você ainda não viu aquilo?”.

Entretanto, novas ferramentas surgem para nos ajudar a lidar com essa quantidade de informação, fazendo com que pelo menos tentemos filtrar o conteúdo que nos é relevante. Há quem faça isso via Twitter: eu, por exemplo, sigo pessoas que postam notícias sobre publicidade, marketing, web, mobile e novas tecnologias. Uso essas pessoas como filtros de conteúdo relevante, deste modo, quase sempre estou sabendo das últimas novidades da minha área.

Uma iniciativa inovadora é a do Estado de Minas, com o Notícias Relacionadas. Eles colocam notícias via Adwords, ou seja, o Google coloca as notícias nos conteúdos relacionados com os que a pessoa está buscando, como links patrocinados. A inversão de publicidade e jornalismo.

Outra mudança na nossa forma de consumir informação já começou a acontecer: a mudança de suporte da informação. Com o advento do iPad (há pouco mais de um ano, acreditam? Eu mesma jurava que tinha mais tempo…) Motorola Xoom, que oferece suporte a flash, uma das limitações do iPad. É tendência que haja mais concorrentes, o que barateará os custos e permitirá a popularização desses aparelhinhos.

E você? Como consome notícia e o que faz para não se afogar no mar de informações? Compartilha com a gente!

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Como seria?

  • 24/10/2010
  • Letícia Junqueira | Interação

Coincidentemente nessa última semana três pessoas perguntaram minha opinião sobre as aulas de mídia que temos na faculdade. Quando fiz a graduação tive aulas de Mídia I e II, e ainda é assim. Acredito que seja assim também em outras instituições. Isso quer dizer que passamos um ano estudando sobre mídia. E isso é bastante tempo. Tempo esse que acredito que pode ser mais aproveitado.

Pensando que muitos chegam à primeira aula de mídia sem ao menos ter ideia sobre o que o professor está falando, é importante estudarmos conceitos e definições. Entender o que é mídia, conhecer os meios e suas características é claro que é necessário. Criar um plano de mídia para um cliente real também faz parte, além de prático, nos dá uma noção da realidade, embora pequena.

A questão que levanto é que ficamos por um ano estudando mídia e quando penso no total, em tudo que nos é ensinado, acredito ter espaço para muito mais. O consumo de mídia muda consideravelmente, as possibilidades de mídia aumentam a cada dia. Pensar estrategicamente, discutir sobre a convergência, sobre a interação entre os meios parece mais interessante e produtivo. Mais do que termos técnicos, cálculos de cm x col, perceber essa evolução e refletir sobre como o profissional de mídia deve atuar é imprescindível.

O que esperar? Que a disciplina e os acadêmicos acompanhem essas mudanças, que incitem os alunos a um pensamento prático e multidisciplinar. O que não seria uma premissa apenas para as aulas de mídia.

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Como surge um post interessante?

  • 20/10/2010
  • Marcos Lenine e Gabrielle Baeta

Como surge um post interessante?

Ai vai uma seleção de itens que ajudam na construção de um bom post.

1- Crie um título que desperte interesse nas pessoas.

Ele tem que ser instigador, fazê-las imaginarem o que estar por vir… É um resumo que pode servir para abrir ou fechar o post.

2- 

3- Pense em quem vai ler seu post. Evite ser prolixo. Simplifique.

As pessoas trabalham, estudam e mesmo que estejam grande parte do dia conectadas na internet, seu post vai “competir” com outros posts, jornais, revistas, livros, autores mais renomados, vídeos, conversas, músicas. O tempo é precioso. Posts interessantes são escritos para que a maioria que leia o ache interessante. Não só você.

4- Neste mundo nada se cria, tudo se copia – mas também tudo se transforma;

Posts interessantes contém opinião. Se as pessoas quiserem ver notícias, vão procurar em sites de Jornal, links confáveis, RSS… Ou seja, tente ser original, e não apenas copie informações e opiniões de outras fontes.

5- Coloque seu coração no que você está fazendo;

Posts feitos com emoção têm mais energia, são mais naturais e fluídos.

6- Gere discussão;

Posts interessantes normalmente geram comentários e opiniões. Conclua seu raciocínio no post e mesmo que não seja explícito, deixe no ar uma questão;

No item 2, Onde esta o Wally?

7- Faça do seu jeito;

Depois de ler todas estas dicas, pondere, adapte e faça do seu jeito. Lembre-se que posts contém opiniões, estilos diferentes e não existe uma fórmula mágica para escrever um post. USE O SENSO CRÍTICO!!.

8- Dê a devida atenção aos seus leitores;

Quando o leitor insere um comentário no seu post, significa que ele, por um momento teve interesse e dedicou atenção ao seu blog. Portanto é importante que você esteja atento para oferecer as melhores respostas aos comentários de seus leitores.

dicionario-de-sinonimos-palvavras

O sentido oculto das palavras

  • 01/02/2010
  • Ciro Guedes | Criação

“Quem não se comunica, se trumbica” – a famosa frase do Chacrinha fez história e virou frase feita no meio da comunicação. E é a partir dela que me propus a falar hoje, na 4a edição do Novas Direções, sobre análise do discurso.

Em tempos quando novos meios e suportes para a comunicação surgem na velocidade da luz, verifica-se a troca simbólica entre interlocutores ampliar-se e alcançar a chamada democratização da informação. Mas muito se diz e pouco se analisa o que é dito.

Assim, hoje me propus a definir e a limitar a abordagem sobre análise do discurso em nossa palestra, a conhecer os parceiros envolvidos em um ato de linguagem e o contexto onde ele se insere. Para além disso, discutimos sobre os sentidos ocultos no texto, as pistas que o sujeito comunicante deixa e as intenções que estão por trás da linguagem construída. Para finalizar, analisamos quatro peças publicitárias, um webtexto jornalístico e uma canção.

Abaixo, segue o roteiro da apresentação.