Marketing Digital é um assunto em voga e muito já foi dito sobre o assunto. Apesar disso, fala-se, fala-se, e poucas marcas e agências conseguem entender a comunicação como um todo, envolvendo todas as plataformas, inclusive as digitais. O discurso por vezes é do “se sobrar verba faz internet”.
O Novas Direções desta semana começa com a facilitação da Ana Paula, nossa Gerente de Inteligência Digital. E, como quem sai aos seus não degenera, o tema foi: “Abaixo o Hotsite!”.
O mundo é digital e, por mais que as pessoas, às vezes, não percebam (ou não aceitem), este movimento é irreversível e está cada vez mais rápido. (mais…)
“Como não pensaram nisso antes?” Este é o título da reportagem que desencadeou os pensamentos para a construção deste texto.
A revista estava no banco do carro da minha irmã. A capa, com o título “A febre das compras coletivas” em letras garrafais amarelas junto com o tempo ocioso que certamente eu teria durante o meu dia, me fez colocar a revista debaixo do braço e trazê-la para o trabalho. Boa escolha. Entre muitas reportagens interessantes, um trecho em especial daquela que citei no começo me chamou muita atenção. (mais…)
Com a chegada e o crescente incremento da tecnologia digital já é possível se acessar uma gama bastante grande de programações pelo celular. As emissoras de televisão, por exemplo, estão rapidamente se adequando ao novo padrão de alta definição e já oferecendo suas atrações para celulares em todo o Brasil. Não é de hoje que em muitos países grande parte da audiência das TVs se dá via celular (veja o caso do Japão).
Não dá para fugir. O uso dos telefones celulares para acessar a internet e diversos outros conteúdos é uma prática que parece ter chegado pra ficar em todo o mundo. A todo instante somos bombardeados por novas propagandas de aparelhos cada vez mais avançados e, a cada nova geração, ter um celular moderno parece ser mais e mais prioritário.
A todo instante novos modelos de celular surgem para intensificar toda uma forma de se consumir informação – Imagem: http://macmagazine.uol.com.br
Então, se é assim, nada mais natural do que se pensar num futuro onde os conteúdos multimidiáticos estarão cada vez mais adequados a essa nova condição. Sim, daqui a alguns anos poderá ser comum que tenhamos emissoras produzindo conteúdos especificamente para o “público dos celulares”. E isso não é profecia, é realidade.
Pelo menos é o que acha o vice-presidente do Grupo Bandeirantes e presidente do Fórum SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre), Frederico Nogueira. Para ele é fato que a redes de comunicação terão que criar programações específicas para telefones celulares. De acordo com uma matéria publicada pela Folha de São Paulo, o pesquisador defende que não só o conteúdo terá que ser modificado, mas também toda uma estrutura que circunda esse conteúdo: “Terá também outro tipo de comercial e de medição de audiência…”, afirmou Nogueira. E continuou: “Por que as pessoas precisam chegar em casa e ficar vendo informações sobre o trânsito? Isso faz mais sentido na TV móvel. E muita coisa que vai ao ar na tela grande não é vista com qualidade em tela pequena, por isso é preciso mudar a transmissão”.
Em outras palavras, o conteúdo televisivo, assim como muitos outros, terá que se adaptar a uma nova realidade. Uma realidade mais dinâmica e diversificada, onde o espectador terá uma um leque de escolhas ainda maior na hora de consumir produtos da “fauna” da indústria cultural. É, caros leitores, esse é deveras o avanço da nova era da informação…